PdF

Actividade Filosófica, Formação e Informação

Actividade Filosófica, Formação e Informação

8/11/2008

Mestrado em Letras da UNISC recebe inscrições

O Mestrado em Letras da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) está com inscrições abertas, até o dia 7 de novembro, para a turma 2009. O Programa tem entre seus objetivos promover a pesquisa em diferentes visões sobre leitura e cognição, integrando profissionais da área de Letras e afins como Educação, Filosofia, Psicologia, Comunicação Social, Direito e História, entre outras.

As inscrições podem ser feitas no site http://www.unisc.br/ppgl ou na Secretaria do Programa, mediante apresentação do formulário de inscrição, Curriculum vitae documentado, foto 3×4 recente, proposta de tema para dissertação, comprovante de pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 80 e cópia do diploma de graduação, histórico escolar, carteira de identidade e CPF.

O processo seletivo ocorrerá em três etapas. Haverá prova de proficiência em língua estrangeira, prova escrita de caráter eliminatório, análise da proposta de tema para dissertação, do Curriculum vitae e entrevista individual. Serão oferecidas 15 vagas. A divulgação dos selecionados está prevista para o dia 8 de dezembro.

O Programa de Pós-Graduação – Mestrado em Letras da Unisc é recomendado pela CAPES e tem na coordenação a professora Rosângela Gabriel.

Mais informações pelo site, http://www.unisc.br/ppgl, pelo e-mail mestradoletras@unisc.br ou pelo fone (51) 3717-7322.

Fonte: Unisc

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7/11/2008

IIas Jornadas Internacionais
As Cavernas da Modernidade
Em torno de Hans Blumemberg

Com a participação de:
Alexander Gerner
Antonio Rivera
Bernhard Sylla
Denis Trierweiler
Giacomo Marramao
Jean-Claude Monod
Johanna Lassika Greiß
José Luís Villacañas
Olivier Feron

13 e 14 de Novembro
Universidade de Évora
Anfiteatro Soror Mariana

ORGANIZAÇÃO:
Projecto Teorias da Racionalidade – Neokantismo e Fenomenologia
(PTDC/FIL/71833/2006)
Secção de Filosofia – Departamento de Filosofia e Educação da Universidade de Évora
Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa

COMISSÃO ORGANIZADORA:
Olivier Feron

http://www.filosofia.uevora.pt/

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4/11/2008

Filosofia para Crianças, Criatividade & Meia-dúzia de Chapéus às Cores

13 de Dezembro
Centro Immensus Saberes em Rio de Mouro, Sintra

Em pré-inscrições
Funchal

Mais informações através do e-mail carla.ribeiro@immensus-saberes.pt
http://www.immensuss.com/
http://www.immensus-saberes.pt/

Programa do Curso:
I – Introdução à Filosofia para Crianças
II – Metodologias possíveis em Filosofia para Crianças
III – A Proposta Educativa de Edward de Bono
IV – Tony Buzan e os mapas mentais para crianças
V – Aplicabilidade das técnicas no processo ensino-aprendizagem

Formadora:
Joana Sousa
licenciada em Filosofia
certificada em Six Thinking Hats (r) pelo dBTS
certificada em Filosofia para Crianças

http://joanarssousa-cursos.blogspot.com/

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mlag.lectures

O PARADOXO DOS CORVOS
António Zilhão

07 de Novembro de 2008 | 17:30 horas
Universidade do Porto | Edifício da Reitoria – sala de videoconferência [Praça Gomes Teixeira]

As mlag.lectures serão transmitidas online pela UP
Quinta-feira 06 , será enviada ligação directa ao sítio de transmissão.
Para saber mais sobre essa lecture entre em http://noticias.up.pt/

Resumo
O Paradoxo dos Corvos constitui um dos mais conhecidos paradoxos da Teoria da Confirmação. A sua paternidade é habitualmente atribuída a C.G. Hempel nos anos 40 do século XX. É também a Hempel que se deve a mais conhecida das soluções apresentadas para o Paradoxo – a solução que poderia desi gnar-se por ‘logicista’. Mas o Paradoxo admite também uma outra solução: a solução ‘probabilista’ ou bayesiana. Uma análise comparativa destas duas soluções confere, do meu ponto de vista, uma clara vantagem à segunda. Mas ao empreender-se uma tal análise não é possível escapar a importantes questões de fundamentos. Nomeadamente, à questão da própria natureza da confirmação e, mais em particular, à questão da definição do conceito de racionalidade epistémica que nela se encontra em jogo.

António Zilhão é licenciado (1985) e mestre (1991) pela Universidade de Lisboa e doutorado (1998) pelo King’s College London. Ensina na Universidade de Lisboa desde 1990. Tem publicações em Portugal, Inglaterra, Espanha, Itália, Áustria, Alemanha e Brasil. Foi investigador visitant e no Grupo ABC (Adaptive Behavior and Cognition), do Max-Planck-Institut für Bil dungsforschung, em Berlim, (2004) e Visiting Research Fellow do Center for Philo sophy of Science, em Pittsburgh, USA (2005).

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3/11/2008

Manual de Filosofia Política

Está marcado o lançamento público do livro “Manual de Filosofia Política” (org. João Cardoso Rosas), em Lisboa no dia 12 de Novembro, na livraria Almedina Atrium Saldanha, às 18h. A apresentação da obra será feita pelo Prof. Diogo Pires Aurélio, da Universidade Nova de Lisboa.

CONTEÚDO
O objecto deste Manual é a Filosofia Política contemporânea. Enquanto outros livros optam por uma visão histórica, este guia os leitores pelos meandros da Filosofia Política tal como ela é praticada nos dias de hoje. Por um lado, são apresentados os principais paradigmas teóricos, como o utilitarismo, o liberalismo igualitário, o libertarismo, o comunitarismo, o republicanismo e a democracia deliberativa. Por outro lado, são analisados problemas específicos, como a pobreza, as migrações, a multiculturalidade, a política ambiental, a guerra e o terrorismo. Esta é uma obra fundamental para professores, investigadores e estudantes, mas também para todos aqueles que se interessam por uma reflexão teoricamente alicerçada acerca das sociedades em que vivemos.
http://www.almedina.net/catalog/product_info.php?products_id=7692

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3/11/2008

Colóquio Internacional Modos e Figuras do Habitar

Abertas as inscrições para assistir ao Colóquio Internacional Modos e Figuras do Habitar,

que decorrerá nos dias 20 e 21 de Novembro de 2008 na Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

(confere acesso a certificado de presença)

Programa e Ficha de Inscrição em anexo.

Para mais informações contacte:
Gabinete de Eventos, Comunicação e Imagem
Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Via Panorâmica, s/n
4150-564 Porto
Telefone: 226077123
Fax: 226077173
E-mail: geci@letras.up.pt
30/10/2008

Contra o dualismo: Sensibilidade e Vida em Feuerbach

Conferência  pela Professora Doutora Adriana Veríssimo Serrão, no dia 6 de Novembro, quinta-feira, pelas 18h, na sala 5.2 da Faculdade de Letras de Lisboa, subordinada ao tema: “Contra o dualismo: Sensibilidade e Vida emFeuerbach”.

Esta Conferência insere-se no âmbito do Seminário Interdisciplinar de Psicossomática, uma iniciativa conjunta da Sociedade Portuguesa de Psicossomática e do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa.

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2/11/2008

FILOSOFIA EM PORTUGAL

Mario Ferreira dos Santos (1907-1968)

Quando hoje se visita Portugal e se vê qual a atitude predominante neste país em relação ao seu patrimônio filosófico, espanta verificar a completa ignorância sobre o que de grande já se realizou na Filosofia Portuguesa. Atualmente, nada se estuda, nas escolas, da Filosofia Portuguesa dos séculos XV, XVI e XVII. Parece que Portugal nada realizou; desconhece-se que, por quase dois séculos, a Filosofia Portuguesa imperou no mundo. Desconhecem-se autores como: Petrus Hispano; Antonio a Santo Domínico,.O.P.: Francisco Suárez, S.J., que embora espanhol, viveu grande parte da sua vida intelectual em Portugal, onde adquiriu o seu saber, além dos outros dois Francisco Soares, lusitanos; Martim de Ledesma, espanhol de origem, cuja formação intelectual realizou-se igualmente em Portugal; Francisco a Cristo, O.S.A., e Egídio da Apresentação, .O.S.A, Andréias de Almada, S.J. ; Ludovico de Sotto Mairo, O.P.; Gabriel da Costa; Hector Pinto, O S.; Hieron; Francisco da Fonseca, O.E.S.A; Manoel Tavares, da Ordem carmelitana e Francisco Carreiro, da Ordem cisterciense; Jorge O Serrão, S.J.; Ferdnando Peres, embora nascido em Córdova, foi outro que adquiriu a sua cultura em Portugal; Ludovico de Molina, S.J., nascido na Espanha, viveu, contudo, a maior parte do seu tempo em Portugal, onde estudou e foi discípulo de Pedro da Fonseca, S.J., o Aristóteles português; Petrus Luís, S.J.; Antônio Carvalho, S.J.; Baltazar Álvares, S.J.; Hieronimus Fernandes, S.J.; Gaspar Gonçalves, S.J.; Ludovicus de Cerqueira, S.J.; Gaspar Vaz, S.J.; Diogo Alves, S.J.; Francisco de Gouvêa, S.J.; Ferdinando Rebelo, S.J.; Gaspar Gomes, S.J.; Benedictus Pereira, S.J.; Sebastião de Couto, S.J.; Blásio Viegas, S.J.; Emanuel de Góis, S.J.; Cosmas de Magalhães, S.J.; Pedro da Orta, S.J.; João de São Tomás, O.P., para citar apenas alguns, Portugal nos deu esta floração de filósofos, afora os mais conhecidos, como Sanches e outros, porque correspondem à atual maneira de filosofar no mundo moderno.

Pergunta-se: Pode-se falar numa Filosofia de Portugal ou apenas numa Filosofia em Portugal?

Respondo: Pode-se falar, sim, numa Filosofia de Portugal e também numa Filosofia em Portugal.

Nós, brasileiros, contudo, por um espírito de colonialismo passivo, que nos domina até hoje, não cremos em nós mesmos. Só damos valor àquilo que tem origem estrangeira, e não seja de Portugal, porque também esta procedência não goza de nossa admiração. É natural, pois, que falar numa Filosofia Nacional cause manifestações de completa descrença. Não acreditar que ela existe, nem tampouco que possa surgir, é atitude geral. Ainda hoje, “famosos professores de Filosofia” em Portugal dizem que é impossível criar-se uma Filosofia autóctone naquele país. Para o português, o que vale é: “Penso, logo não existo” ou “Existo, logo não penso”. Podemos dizer que existe uma Filosofia no Brasil, mas se quiséssemos realmente falar numa Filosofia do Brasil, tal afirmação exigiria exame. Não conhecemos obra de criação propriamente peculiar. Se estamos tentando realizar algo nesse sentido, não podemos afirmar, por motivos óbvios, que o seja. Podemos dizer que, pela nossa completa libertação de um passado metafísico, filosófico, histórico, que pese sobre nós e entrave as nossas possibilidades de ação, estamos em condições de criar uma Filosofia Ecumênica, uma Filosofia que seja realmente a Filosofia, por entre os muitos modos de filosofar.

A heterogeneidade nas modalidades de filosofar surge nos períodos de predominância do empresário utilitário no contexto de uma cultura. Quando este predomina, prevalece a moda que penetra em todos os setores: na Filosofia, na Arte etc., como acontece no mundo atual. Esta variação tremenda de idéias, as quais surgem de todos os lados, não revela nenhuma pujança; é ao contrário, um índice de fraqueza, como a do período final da cultura grega e alexandrina. A Filosofia Positiva (fundada na positividade do ser, que alcança a perenidade, porque atinge as leis eternas) e Concreta, precisamente, porque, captando estas leis, relaciona todos os matizes de todos os aspectos formais – para dar-lhes uma unidade superior- é necessariamente Concreta, embora não no sentido vulgar do termo. A Ciência, felizmente, conseguiu libertar-se da moda, como o fez a Matemática; por isso, como se construiu uma Matemática, uma Ciência, também se pode construir uma Filosofia.

Em que o pensamento brasileiro pode beneficiar-se do pensamento filosófico estrangeiro; reunindo o que há de positivo em todas as grandes realizações, provenham de onde provierem, construindo, depois, uma nova concreção e oferecendo-a ao mundo. Esta é a única possibilidade que nos cabe e que estamos em condições de realizar, muito embora a maioria de nossos intelectuais não creia nisto e negue, terminantemente, que tal seja alcançável por nós, açulando-se com sanha contra quem tentar fazê-lo.

Mario Ferreira dos Santos (1907-1968)

Conheça quem foi esse grande filósofo:

http://www.academus.pro.br/filosofo/marioferreira/index.asp

Obras completas : http://br.geocities.com/opontoarquimedico/mfs.htm

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30/10/2008

1º Workshop Luso-Brasileiro de Filosofia Analítica

Departamento de Filosofia da Universidade de Lisboa
Instituto Filosófico de Pedro Hispano
Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
LanCog: Language, Mind and Cognition Group
1º Workshop Luso-Brasileiro de Filosofia Analítica
21 de Novembro de 2008
Sala Mattos Romão, Departamento de Filosofia da FLUL
09:00 Adriana Silva Graça, Universidade de Lisboa e LanCog, Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
Os Nomes da Ficção – Solução na Pragmática ou na Semântica?
Nesta apresentação, irei debruçar-me sobre qual a melhor solução para o problema dos nomes vazios (em particular, dos nomes da ficção) não subscrevendo qualquer forma de fregeanismo relativamente ao sentido de nomes próprios nem qualquer versão da admissão de um terceiro reino de entidades. Irei discutir duas alternativas viáveis, uma de índole semântica, outra de índole pragmática, ambas as quais apelativas, analisando os seus custos e benefícios.
10:20 Marco Ruffino, Universidade Federal do Rio de Janeiro
Componentes Proposicionais Não-Articulados
De acordo com Perry (1986, 1998), o proferimento de uma sentença pode expressar uma proposição contendo elementos que não correspondem a nenhuma parte gramatical (morfema) do proferimento. Perry chama tais elementos de constituintes proposicionais não-articulados. Cappelen e Lepore (2005, 2007), formulam uma crítica forte desta noção: de acordo com estes, a noção de constituintes não-articulados não passa de um mito. Stanley (2000) critica esta mesma noção baseado em outros princípios: de acordo com ele, toda sensibilidade contextual é apenas devida ou a indexicais explícitos ou a indexicais ocultos na forma lógica da sentença proferida. Adicionalmente, Stanley provê evidência sintática para a presença de indexicais ocultos em sentenças usadas como exemplo por Perry. Corazza (2007) defende uma posição híbrida: para este, todos os constituintes proposicionais semanticamente relevantes são ou o valor de elementos gramaticais explícitos ou de uma posição de argumento implícita na forma lógica profunda da mesma, mas isto é consistente com a possibilidade de o falante não ter nenhuma representação consciente deste elemento. Neste artigo analisarei estas três linhas críticas e argumentarei que nenhuma delas é completamente convincente. Eu também adicionarei minhas próprias considerações críticas a respeito da noção de Perry. Minha conclusão será, portanto, puramente negativa, isto é, que nenhuma das posições mais salientes nesta questão é inteiramente satisfatória
11:40 Breno Hax, Universidade Federal do Paraná
Espécies, Qualidades e Substâncias
Meu propósito é examinar uma reconhecida estratégia de distinção de espécies e qualidades e avaliar a sua plausibilidade na explicação do que designarei como o fato da conjunção de espécies e qualidades. Examinarei a seguir uma segunda estratégia de explicação do fato mencionado que aparentemente é-lhe rival. A segunda estratégia propõe que uma entidade x é de certa espécie e tem determinadas qualidades porque possui certa microestrutura física. Discutirei alguns pontos corretos dessa estratégia e também uma lacuna. Concluirei com a sugestão de uma proposta de entendimento das relações entre qualidades, espécies e substâncias.

13:00 Almoço
15:00 Anna Christina Ribeiro, Texas Technical University
Aesthetic Luck /A Sorte Estética
The idea that some aesthetic experiences and some aesthetic judgments are not open to all aesthetic subjects seems to be the kind of claim that only a cultural snob would make. Yet, the aesthetic experiences and judgments available to a given individual are frequently beyond her control. The issue concerns the character and value of one’s aesthetic experiences and judgments and, ultimately, the possibilities for aesthetic value in one’s life. If there is a phenomenon of aesthetic luck, then (1) all beauty is not open to us, and there is little we can do about it, and (2) our aesthetic subjectivity and notions of beauty are threatened. Attempts to overcome the vicissitudes of aesthetic luck land us in paradox or circularity. One may have to accept one’s aesthetic fate, and the restrictions it places on one’s potential for an aesthetically valuable life.
16:20 António Lopes, LanCog, Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
Intencionalismo, Anti-intencionalismo e o Verdadeiro Objectivo da Interpretação em Arte: Uma Polémica Genuína?
Desde o alvor da filosofia da arte de matriz analítica até hoje, o debate em torno da relevância das intenções dos autores para a interpretação crítica de obras de arte não parece dar mostras de esgotamento. Mas será esta polémica genuinamente acerca do verdadeiro modo de aceder ao sentido ou significado das obras? Procurarei mostrar que a discordância é mais bem descrita como dando-se ao nível meta-estético, o de saber qual é o objectivo correcto da interpretação. Uma vez que as razões para excluir empreendimentos interpretativos em arte como ilegítimos ou “errados” são minimais, e que as considerações de valor, e não apenas de determinação de sentido, são nesta matéria proeminentes, defenderei que o papel da filosofia da arte deverá restringir-se ao de denunciar empreendimentos que violem tais requisitos minimais ou que descrevam incorrectamente o seu propósito.
17:40 João Branquinho, Universidade de Lisboa e LanCog, Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
Necessidade Metafísica
Discuto quatro tipos salientes de necessidade: metafísica, lógica, conceptual e natural. Argumento no sentido de mostrar que a necessidade metafísica, necessidade concebida à boa velha maneira aristotélica como fundada na identidade das coisas, tem um papel central na ordem da explicação. A distinção entre necessidade metafísica e necessidade lógica ou conceptual não é uma distinção entre necessidade de re (que pertence às coisas) e necessidade de dicto (que pertence às palavras ou conceitos), pois mesmo as mais triviais verdades logicamente ou conceptualmente necessárias são-no em virtude do mundo, da identidade das coisas (Williamson 2007). Assim, quer a necessidade lógica quer a necessidade conceptual são definíveis, por restrição, em termos de necessidade metafísica. Por outro lado, presumivelmente há verdades naturalmente necessárias que são metafisicamente contingentes (Fine 2005). Todavia, toda a verdade naturalmente necessária em sentido estrito, que o é em virtude da identidade de categorias e propriedades naturais actuais ou nativas, é metafisicamente necessária. Assim, também a necessidade natural (estrita) é definível, por restrição, em termos de necessidade metafísica.
Entrada Livre
Todos os interessados são bem-vindos
Apoios: Fundação Nacional para a Ciência e a Tecnologia, Ilubraro

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28/10/2008

Estágio em Prática Filosófica

A Universidade Católica Portuguesa é a primeira universidade portuguesa a incluir no currículo da licenciatura em Filosofia (1º Ciclo) um espaço para Estágio profissional na área da prática filosófica.
A unidade curricular denomina-se de: «Estágio de Intervenção Sócio-Cultural» e corresponde a 5 unidades de crédito, com um tempo global de trabalho de 140 horas por cada semestre. O Supervisor é o professor Carlos Morais.
http://filosofiaestagio.blogspot.com  é o blog dos Estágios de Intervenção Sócio-Cultural da Licenciatura em Filosofia da Faculdade de Filosofia de Braga, da UCP. Este espaço tem como principal objectivo facilitar o intercâmbio de ideias, a circulação da informação e a partilha de experiências realizadas no contexto dos Estágios. Procura também proporcionar a discussão e o debate alargados a todas as questões emergentes no âmbito daquelas dinâmicas.
Ainda que primordialmente dirigido aos elementos directamente intervenientes nos processos de Estágio – Estagiários, Supervisores, Instituições Acolhedoras, Faculdade de Filosofia – este blog está aberto a todos os contributos (comentários, ensaios, notícias, referências bibliográficas…) que ajudem a reflectir sobre a Filosofia enquanto dispositivo capaz de intervir nos diversos domínios das actividades humanas, mediante a aplicação de competências específicas. Desde já, gratos pela colaboração e pela divulgação.

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27/10/2008

Nova Águia

Como é sabido, a revista A Águia foi uma das mais importantes do início do século XX em Portugal, em que colaboraram algumas das mais relevantes figuras da nossa Cultura, como Teixeira de Pascoaes, Jaime Cortesão, Raul Proença, Leonardo Coimbra, António Carneiro, António Sérgio, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva. A ideia de relançar a revista, agora sob o nome de NOVA ÁGUIA, pretende ser uma homenagem a essa tão importante revista da nossa História, procurando recriar o seu “espírito”, adaptado aos nossos tempos. Não se trata, nessa medida, de fazer uma revista voltada para o passado, meramente revivalista. Trata-se, antes, de fazer uma revista para os tempos de hoje, para o século XXI.

Tal como n’ A Águia, procuraremos o contributo das mais relevantes figuras da nossa Cultura, que serão chamadas a reflectir sobre determinados temas. O tema do segundo número, que agora lançamos, é “António Vieira e o Futuro da Lusofonia”. Orgulhamo-nos de ter conseguido o contributo de nomes tão ilustres como Adriano Moreira, Aníbal Pinto de Castro, António Paim, António Telmo, Arnaldo do Espírito Santo, Carlos H. do C. Silva, Jean-Yves Leloup, Manuel Ferreira Patrício e Pinharanda Gomes, a par de muitos outros.
Para além disso, neste primeiro número poderá ainda encontrar uma série de outros textos, sobre outras temáticas, conforme o nosso índice:

ÍNDICE DO 2º NÚMERO
EDITORIAL, p. 5
SOBRE ANTÓNIO VIEIRA E O FUTURO DA LUSOFONIA
Adriano Moreira, O CENTENÁRIO DE VIEIRA, p. 8
Aníbal Pinto de Castro, VIEIRA, UMA PERSONALIDADE E UM TEXTO DE PERENE MARCA BARROCA, p. 9
Arnaldo do Espírito Santo, O CORPO E A SOMBRA, p. 11
Carlos Dugos, METÁFORAS DO V IMPÉRIO E DE OUTRAS UTOPIAS, p. 14
Cátia Miriam Costa, O VERBO VIEIRINO, p. 16
Dione Barreto, O SERMÃO DO ESPÍRITO SANTO E A INDIVIDUAÇÃO: AS VOZES DE PADRE ANTÓNIO VIEIRA E C.G. JUNG, p. 18
Dirk Hennrich, AS LÁGRIMAS DE VIEIRA E A TRISTEZA TROPICAL, p. 22
J. Pinharanda Gomes, UMA «ARTE DE PREGAR» À SOMBRA DE VIEIRA, p. 24
Jorge Martins, O FILO-SEMITISMO DE ANTÓNIO VIEIRA, p. 28
José Eduardo Franco, O PADRE ANTÓNIO VIEIRA E A EUROPA, p. 33
Lélia Parreira Duarte, A ARTE IRÔNICA DE VIEIRA E O QUINTO IMPÉRIO DE PORTUGAL, p. 35
Luís Loia, O PADRE ANTÓNIO VIEIRA E O CONHECIMENTO DOS FUTUROS, p. 38
Maria Cecília Guirado, NOTÍCIAS DO BRASIL NO SÉCULO XVII: VIEIRA E A GLOBALIZAÇÃO, p. 42
Miguel Real, O CABALISMO DO ANO DE 1666 EM PADRE ANTÓNIO VIEIRA, p. 46
Nuno Rebocho, MEMÓRIA DE ANTÓNIO VIEIRA NA CIDADE VELHA, p. 49
Paulo Borges, PADRE ANTÓNIO VIEIRA: GÉNIO E LOUCURA, p. 50
Samuel Dimas, A HISTÓRIA ESCATOLÓGICA DO PE. ANTÓNIO VIEIRA: AS TRÊS VINDAS DE CRISTO, p. 52
Sérgio Franclim, A VIDA E O QUINTO IMPERIALISMO DE PADRE ANTÓNIO VIEIRA, p. 56
António Saias, UM PAPO COM VIEIRA, p. 60
AA.VV., VALEU A PENA?, p. 61
Rui Martins, DO FUTURO DA LUSOFONIA, p. 63
Ana Margarida Esteves, PORTUGAL E A LUSOFONIA COMO PROPULSORES DA INOVAÇÃO SOCIAL: A NECESSIDADE FAZ O ENGENHO, p. 69
Maria Ana Silva, A LÍNGUA PORTUGUESA É O MAR QUE UNE A TERRA: A ALIANÇA ENTRE HOMEM E DEUS, p. 72
Artur Alonso Novelhe, UMA PERSPECTIVA GALEGA DO FUTURO DA LUSOFONIA, p. 75
Cristina Leonor Pereira, 2008: É NOVAMENTE HORA!, p. 77
Eurico Ribeiro, PORTUGAL, QUE MISSÃO?, p. 78
Flávio Gonçalves, A LUSOFONIA, O PAN-LATINISMO E A EURÁSIA COMO ALTERNATIVAS AO ATLANTISMO, p. 87
Joaquim M. Patrício, REALIDADES, DESAFIOS E FUTURO DA LUSOFONIA, p. 88
Paulo Feitais, DAS FLORES AOS FRUTOS: O FUTURO DO MUNDO LUSÓFONO, p. 91
Renato Epifânio, A LÍNGUA-FILOSOFIA PORTUGUESA COMO UMA VIA ABERTA, p. 93
Rita Dixo, DA LÍNGUA PORTUGUESA COMO IMAGEM DA NOSSA ALMA, p. 95
Carlos Magno, LUSOFOBIA, p. 96
Manuel Ferreira Patrício, O PADRE ANTÓNIO VIEIRA, A LUSOFONIA E O FUTURO DO MUNDO, p. 96
AINDA SOBRE A IDEIA DE PÁTRIA
Carlos H. do C. Silva, DO INTERMÉDIO DA PÁTRIA OU DO PERICLITANTE TEMPO NACIONAL, p. 100
DA ARCA
João Teixeira da Motta, O TERRITÓRIO E O MAPA (em anexo, cartas de Agostinho da Silva, Cruzeiro Seixas, Dalila Pereira da Costa e António Quadros), p. 120
POEMÁGUIO
Sérgio Franclim, PADRE DA LOUCURA, p. 128
José Eduardo Franco, VIEIRA, O OUSADO, p. 128
Samuel Dimas, INSTANTES DE PARAÍSO, p. 129
Maurícia Teles da Silva, DA MEMÓRIA EM FEVEREIRO: HOMENAGEM E GRATIDÃO, p. 129
Alexandre Vargas, A MORTE DE PORTUGAL / VITÓRIA, ABRIL/ O ÚLTIMO PORTUGUÊS / FUTEBULIMIA, p. 130
António José Borges, A CAMÕES, p. 132
Dirk Hennrich, UM NOVO ÍCARO, p. 132
Renato Epifânio, ALJUBARROTA, 133
Carlos Lopes Pires, COMO PODE A LUZ, p. 133
Francisco Soares, NOITE ACESA, p. 134
Casimiro Ceivães, QUE TEM GOA, QUE MAGOA, p. 134
Celeste Natário, UMA ALMA AZUL, p. 135
Fernando Botto Semedo, NUMA VEEMENTE SEARA PLENA, 135
Jesus Carlos, A CRIPTA I, II e III, p. 136
Fabrício Fortes, LEMBRANÇA DE ANTES DO TEMPO, p. 137
José Smith Vargas, BAILE NO CEMITÉRIO, p. 137
Luís Carlos dos Santos, A ILHA, p. 138
Ana Margarida Esteves, FADO EMBARCADIÇO, p. 138
Maria Almira Medina, CANTIGA PARA CANTAR NA PRAIA AO ENTARDECER, 139
Saudades do Futuro, DAS SAUDADES QUE HAVIA, p. 139
Amon Pinho Davi, DE SAGRES AO SUBLIME, EXPERIÊNCIA, INSPIRAÇÃO OU IMAGENS DO FEMININO, p. 140
Joana F. D., UMA SERPENTE NO TEJO, p. 142
Manuel da Silva Ramos, PROVÍNCIA MUITO PARADA OU MORTA, p. 142
Fernando Grade, MARÃO CEDO, p. 143
Adriana Costa, O RIO CORRE, p. 143
Paulo Borges, CANTO-TE, p. 144
Duarte Drumond Braga, DOIS POEMAS DO LIVRO OITO VOTOS, p. 144
António Quadros Ferro, SEM EPÍGRAFE/ SUBIR/ A PALAVRA, p. 145
OUTROS VOOS/ OUTRAS VOZES
António Telmo, COINCIDÊNCIAS, p. 146
Gilda Nunes Barata, ACÇÕES OU VENDAVAIS COM ESPUMA?, p. 147
Donis de Frol Guilhade, DA PHILOSOPHIA SITIADA, p. 148
Sam Cyrous, SOBRE O DIÁLOGO INTERCULTURAL, p. 150
Kit-Fai Naess, CARTA A ARNE NAESS, p. 152
José Maurício de Carvalho, CONSCIÊNCIA MORAL E DESAFIO ECOLÓGICO, p. 156
Jorge Neves, SAUDADES DO FUTURO, p. 160
RUBRICAS
COISAS E LOISAS, de J. Pinharanda Gomes, p. 162
DO ESPÍRITO DOS LUGARES, de Manuel J. Gandra, p. 163
AS IDEIAS PORTUGUESAS DE GEORGE TILL, de Jorge Telles de Menezes, p. 165
PÁGINAS TEMÁTICAS
LITERATURA ORAL E TRADICIONAL, de Ana Paula Guimarães, p. 166
ARTES PLÁSTICAS, de Cristina Pratas Cruzeiro e Rodrigo Vilhena, p. 168
TEATRO, de Jorge Telles de Menezes, p. 172
MÚSICA, de Pedro Miguel (com nota introdutória), p. 174
PROJECTOS, de Firmino Pascoal, p. 176
BIBLIÁGUIO
ANTÓNIO VIEIRA, HISTÓRIA DO FUTURO, por Renato Epifânio, p. 178
ANTÓNIO BRAZ TEIXEIRA, O ESSENCIAL SOBRE A FILOSOFIA PORTUGUESA (SECS. XIX E XX), por Joaquim Domingues, p. 179
ARIANO SUASSUNA, ROMANCE D’A PEDRA DO REINO, por Romana Valente Pinho, p. 180
JOÃO RÊGO, CONTOS DA COLUNA DO MEIO, por Joaquim Domingues, p. 181
JOSÉ MAURÍCIO DE CARVALHO, O HOMEM E A FILOSOFIA. PEQUENAS MEDITAÇÕES SOBRE EXISTÊNCIA E CULTURA, por António Paim, p. 183
HELENA BELMONTE, 7 MULHERES PARA D. SEBASTIÃO, João David Pinto Correia, p. 184 (a incluir)
ADOLFO CASAIS MONTEIRO: UM CENTENÁRIO, DESDE A ÁGUIA ATÉ À NOVA ÁGUIA, por Carlos Leone, p. 185
GOLPE D’ASA
Jean-Yves Leloup, TODOS OS CAMINHOS LEVAM À PRAIA: UM NOVO INÍCIO PARA A METAFÍSICA, p. 188
SOBRE A NOVA ÁGUIA
Miguel Real, TEXTO DE APRESENTAÇÃO DA NOVA ÁGUIA, p. 190
Pedro Teixeira da Mota, DO RENASCIMENTO DA NOVA ÁGUIA, p. 192
Renato Epifânio, OS PRIMEIROS NOVE MESES DA NOVA ÁGUIA, p. 194
COLECÇÃO NA, p. 201

ANTÓNIO VIEIRA
& O FUTURO DA LUSOFONIA

ENSAIO, POESIA E OUTROS TEMAS

Começando com um texto de Adriano Moreira
Inclui O TERRITÓRIO E O MAPA, de João Teixeira da Motta
Com cartas de Agostinho da Silva, Cruzeiro Seixas, Dalila Pereira da Costa e António Quadros
Acabando com um inédito de Jean-Yves Leloup

NOVA ÁGUIA: REVISTA DE CULTURA PARA O SÉCULO XXI

http://www.novaaguia.blogspot.com

SEDE NORTE: Associação Marânus; SEDE SUL: Associação Agostinho da Silva; SEDE DE REDACÇÃO: ASSOCIAÇÃO AGOSTINHO DA SILVA (Rua do Jasmim, 11, 2º – 1200-228 Lisboa; E-Mail: AgostinhodaSilva@mail.pt; Tel.: 21 3422783 / 96 7044286; http: http://www.agostinhodasilva.pt; NIF: 503488488; NIB: 0033 0000 2238 0019 8497 2)

A NOVA ÁGUIA está vinculada a três entidades : Associação Marânus/ Teixeira de Pascoes, Associação Agostinho da Silva e MIL : Movimento Internacional Lusófono. Inspirando-se na visão de Portugal e do Mundo de Teixeira de Pascoaes, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva, a NOVA ÁGUIA assume-se como um órgão plural.

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5ª Oficina de Filosofia Analítica

Durante os dias 20 e 21 de Fevereiro de 2009 realiza-se na nova sede da Sociedade Portuguesa de Filosofia (Av. República 45, 3º Esquerdo 1050-187 Lisboa) a 5ª Oficina de Filosofia Analítica.

A Oficina de Filosofia Analítica é uma iniciativa da Sociedade Portuguesa de Filosofia Analítica e da Sociedade Portuguesa de Filosofia.
A oficina dirige-se sobretudo a investigadores em filosofia analítica que estejam actualmente a preparar doutoramento ou que o tenham obtido nos últimos três anos e a investigadores bolseiros de pós-doutoramento. As contribuições podem incidir sobre qualquer tema filosófico, trabalhado na tradição analítica. Cada sessão tem início com uma apresentação de 30 minutos, a cargo do autor. Seguem-se um comentário de 15 minutos e um período de discussão de 45 minutos. Há duas formas de participar na oficina: como autor de um trabalho ou como comentador.

PARA PARTICIPAR COMO AUTOR DE UM TRABALHO
Para apresentar uma proposta como autor é necessário enviar um resumo alargado (entre 1000 e 1500 palavras), que deve incluir uma enunciação clara da tese a defender e a especificação dos argumentos que a sustentam. Em alternativa, e se assim o preferir, o autor pode enviar o artigo escrito completo. As propostas serão avaliadas anonimamente por especialistas em diferentes áreas filosóficas, e a decisão de aceitação ou rejeição das propostas será feita em conformidade com os respectivos relatórios de avaliação. Assim, é necessário que o nome do autor, a filiação institucional, o título do artigo e o endereço electrónico para contacto sejam incluídos num ficheiro à parte. Pede-se a cada candidato que indique também a sua disponibilidade para participar como comentador no caso de a proposta de apresentação não ser aceite pela comissão científica.

PARA PARTICIPAR COMO COMENTADOR
Quem deseje participar como comentador deve enviar uma mensagem com o nome, filiação institucional e endereço de correio electrónico, indicando em que áreas está disposto a apresentar comentários (por exemplo: “história da filosofia moderna e epistemologia”). É conveniente incluir um breve CV de cerca de um parágrafo.

APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS
As propostas para participar na OFA, como autor ou como comentador, devem
ser enviadas por correio electrónico para ofa2009@gmail.com até 10 de Dezembro de 2008.
A decisão de aceitação ou rejeição das submissões será comunicada aos autores e /ou
comentadores até 10 de Janeiro de 2009. Em caso de aceitação, os autores deverão enviar o texto completo do artigo (ainda que em rascunho) até 31 de Janeiro de 2008, para que os organizadores possam enviar os artigos aos respectivos comentadores, e distribuir atempadamente a todos os participantes os materiais a discutir.

COMISSÃO ORGANIZADORA
Sara Bizarro
Luis Duarte d’Almeida
Franck Lihoreau
António Lopes
Teresa Marques
Gonçalo Santos
Pedro Santos
Ricardo Santos
Célia Teixeira

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26/10/2008

Workshop Filosofia para Crianças

Formadora: Joana Sousa – Certificação em Six Thinking Hats® de Edward de Bono

Público-alvo: professores, educadores de infância, profissionais da educação, pais… Todos os interessados em conhecer e dominar técnicas que visem desenvolver a capacidade cognitiva da criança, bem como as competências dos pensamentos crítico, criativo…

Data de realização: 13 de Dezembro de 2008
Duração: 6 horas
Valor: 50€ + IVA (Inclui todo o material de trabalho e Coffe Break)
No final do Workshop será entregue a cada um dos participantes um Certificado de Frequência emitido pelo Centro Immensus Saberes.

Módulos de trabalho:
I – Introdução à Filosofia para Crianças
II – Metodologias possíveis em Filosofia para Crianças
III – A Proposta Educativa de Edward de Bono
IV – Tony Buzan e os mapas mentais para crianças
V – Aplicabilidade das técnicas no processo ensino-aprendizagem

Inscrições e informações através dos seguintes contactos:
Tlm: 969371927
Tlf: 219174529
E-mail: info@immensus-saberes.pt

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25/10/2008

OAB-MS e ESA promovem curso de Filosofia do Direito e Latim

A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso Sul, em parceria com a Escola Superior da Advocacia (ESA), estará realizando no próximo ano, em Campo Grande, um curso de Filosofia do Direito e Latim. As aulas serão ministradas pelo advogado Luiz Feracine. A informação partiu do presidente da OAB-MS, Fábio Trad.

Luiz Feracine, além de advogado é professor de Filosofia do Direito, sacerdote católico, ex-presidente do Tribunal Eclesiástico Regional, doutor em Direito pelo Vaticano (Itália), jornalista, escritor e tradutor.

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24/10/2008

Segredo e Memória na Era da Informação

Convidam-se todos os interessados a participar na sessão do Projecto “Segredo e Memória na Era da Informação” que se realiza no dia 31 de Outubro de 2008, às 15 horas na Sala de Reuniões da FLUP.

Na “era da informação” a memória e o conhecimento parecem estar disponíveis a tudo e a todos mas, paradoxalmente, essa abertura cria e amplifica zonas de segredo, de inacessibilidade e restrição à informação. Diferentes olhares disciplinares questionam a natureza da memória e o lugar, as funções e as modalidades do segredo na construção e preservação da memória (literária, histórica, social, comunicacional).
Segredo e memória podem ser instrumentos de construção mas também de desconstrução das relações de poder, do exercício da política, do jogo diplomático, da fixação de identidades, das tramas narrativas. Daí algumas das áreas já em discussão:
Conhecimento e conspiração (filosofia)
Informação e segredo (ciência da informação)
Media, memória e segredo (ciências da comunicação)
Memória, segredo e identidade (história)
O realismo do passado (filosofia)
Segredo, memória e poder (sociologia)
Segredo e literatura (literatura)
Epistemologias das ciências sociais

A apresentação e debate em torno do Projecto será feita pelos institutos de investigação da Faculdade de Letras da Universidade do Porto intervenientes:
Apresentação geral: José Meirinhos
Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências da Comunicação: Fernanda Ribeiro
Centro Interuniversitário de História da Espiritualidade: Zulmira Santos
Instituto de Filosofia: Tommaso Piazza
Instituto de Historia Moderna: Inês Amorim
Instituto de Sociologia da Faculdade: João Miguel Teixeira Lopes

Convidam-se todos os interessados (professores, investigadores e estudantes) a participar ou colaborar neste projecto interdisciplinar.

O Projecto terá a participação de estudantes de licenciatura do programa de Bolsas de Integração na Investigação.

O Projecto tem em preparação o segundo Seminário Internacional “Segredo e memoria na Era da Informação” (15 e 16 de Dezembro, 2008):

http://web2.letras.up.pt/ifilosofia/mc/ciencias/?pagina=actividades&accao=ler_actividade&id_actividade=74

Informação sobre o primeiro Seminário, organizado em 2007, disponível em:

http://web2.letras.up.pt/ifilosofia/mc/ciencias/?pagina=actividades&accao=ler_actividade&id_actividade=54

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ACTUALIDADE DE MERLEAU-PONTY
Colóquio comemorativo do centenário do seu nascimento
IFP – 30 e 31 de Outubro de 2008

PROGRAMA

Quinta-feira, 30 de Outubro

10:45 – Abertura do Colóquio
11:00-12:30

l Luís Umbelino (U. Coimbra), Fenomenologia e ontofenomenologia da profundidade em M. Merleau-Ponty
l Carmen López (UNED, Madrid), Merleau-Ponty e o feminismo

12:30-14:00 – Almoço

14:00-16:30

l Pedro M.S. Alves (U. Lisboa), Título a anunciar
l Olivier Féron (U. Évora), Pregnância simbólica versus antepredicativo: o diálogo entre Merleau-Ponty e Cassirer
l Urbano Mestre Sidoncha (UBI), A reabilitação do sensível em Merleau-Ponty
l Ana Leonor Morais (UBI), A natureza em Merleau-Ponty (resposta á falácia imaterialista)

17:00 – 19:30

l Jorge Croce Rivera (U. Évora), O uso da fenomenologia de Merleau-Ponty na arquitectura de Steven Holl
l Gabriela Castro (U. Açores), A dúvida de Cézanne como propedêutica da arte no séc. XXI
l José Manuel Martins (U. Évora), Merleau-Ponty e Cronenberg ou filosofia e cinema
l Paulo Alexandre Castro (U. Lisboa), Fenomenologia e estética comparativa: antropometrias e invisibilidade do Corpu(s) ou o diálogo ontofenomenológico de Yves Klein e Merleau-Ponty

Sexta-feira, 31 de Outubro
10:00 – 13:00

l Davide Scarso (U. Lisboa), Entre história e estrutura. Merleau-Ponty e Lévi-Strauss
l José Gil (UNL, Lisboa), Metáfora e ontologia em Merleau-Ponty
l Guy-Félix Duportail (U. Paris I), Principes de la chair (ontologie du dernier Merleau-Ponty)
l Emmanuel Alloa (U. Basileia), Pulpe fiction. Pour un autre scénario de la chair
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IFP – Instituto de Filosofia Prática
Universidade da Beira Interior
Rua Marquês d’Ávila e Bolama
6201-001 Covilhã
Telf. 275 319 700 Ext. 3387 Fax 275 319 888
1 º WORKSHOP DE FILOSOFIA PARA CRIANÇAS

Objectivos:
Conhecer os fundamentos e percurso da Filosofia para Crianças;
Conhecer e aplicar os métodos de Mathew Lipman e Oscar Brenifier;
Desenvolver competências de facilitação de ateliers e actividades de Filosofia para Crianças; Apelar à curiosidade natural da criança orien-tando-a para a criatividade e autonomia na investi-gação e pensamento;
Desenvolver a escuta e a expressão dos diversos pontos de vista de uma questão; Operacionalizar a argumentação e o debate.

DESTINATÁRIOS: Profissionais de Educação, Pais e Educadores.
PREÇO: €70.00 + IVA
LOCAL:Portimão
DATA: 08/ Nov. / 08
HORÁRIO: 9.00/18.00H
Para mais informações contacte: formaeanimus@sapo.pt

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